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23/02/2026

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Os gatos são conhecidos por sua independência e comportamento reservado, mas essa característica também faz com que eles sejam verdadeiros especialistas em esconder dor e desconforto. Por isso, muitas doenças felinas só são percebidas quando já estão em estágios mais avançados. Saber reconhecer os sinais sutis pode fazer toda a diferença. 

   Qualquer alteração no comportamento habitual do gato merece atenção. Um animal que era ativo e passa a se esconder, dormir mais que o normal ou evitar contato pode estar tentando mostrar que algo não vai bem.   Perda de apetite, diminuição do consumo de água ou, ao contrário, sede excessiva são sinais comuns de problemas de saúde, como doenças renais, metabólicas ou infecciosas. Também observe com atenção o aumento ou a redução do volume de urina, urinar fora da caixa, esforço ou dor ao urinar, fezes muito ressecadas ou diarreia. 

   Outro ponto de atenção é quanto à pelagem e higiene: Gatos doentes costumam reduzir a frequência de autolimpeza. Pelos opacos, embaraçados ou oleosos, assim como feridas ou queda excessiva de pelos, podem ser sinais de alerta. Miados excessivos, diferentes do habitual, ou posturas anormais (como ficar encolhido, com dor ao se movimentar) também indicam desconforto ou sofrimento. 

   Se você notar qualquer mudança persistente no comportamento, apetite, eliminação ou aparência do seu gato, procure orientação veterinária. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento eficaz e melhor qualidade de vida 

   O contato com outros cães e gatos, desde que saudáveis e sociáveis, ajuda o filhote a desenvolver habilidades de convivência e comunicação. As “brincadeiras” entre eles ensinam limites naturais, como controlar a força da mordida e respeitar o espaço do outro. 

Além das vacinas e vermifugação, o acompanhamento veterinário é essencial para garantir que o filhote cresça saudável. O médico veterinário também pode orientar sobre comportamento e rotina, ajudando a prevenir problemas futuros. 

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23/02/2026

Você sabe identificar quando algo não está bem com o seu gato? 

Os gatos são conhecidos por sua independência e comportamento reservado, mas essa característica também faz com que eles sejam verdadeiros especialistas em esconder dor e desconforto. Por isso, muitas doenças felinas só são percebidas quando já estão em estágios mais avançados. Saber reconhecer os sinais sutis pode fazer toda a diferença. 

   Qualquer alteração no comportamento habitual do gato merece atenção. Um animal que era ativo e passa a se esconder, dormir mais que o normal ou evitar contato pode estar tentando mostrar que algo não vai bem.   Perda de apetite, diminuição do consumo de água ou, ao contrário, sede excessiva são sinais comuns de problemas de saúde, como doenças renais, metabólicas ou infecciosas. Também observe com atenção o aumento ou a redução do volume de urina, urinar fora da caixa, esforço ou dor ao urinar, fezes muito ressecadas ou diarreia. 

   Outro ponto de atenção é quanto à pelagem e higiene: Gatos doentes costumam reduzir a frequência de autolimpeza. Pelos opacos, embaraçados ou oleosos, assim como feridas ou queda excessiva de pelos, podem ser sinais de alerta. Miados excessivos, diferentes do habitual, ou posturas anormais (como ficar encolhido, com dor ao se movimentar) também indicam desconforto ou sofrimento. 

   Se você notar qualquer mudança persistente no comportamento, apetite, eliminação ou aparência do seu gato, procure orientação veterinária. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento eficaz e melhor qualidade de vida 

   O contato com outros cães e gatos, desde que saudáveis e sociáveis, ajuda o filhote a desenvolver habilidades de convivência e comunicação. As “brincadeiras” entre eles ensinam limites naturais, como controlar a força da mordida e respeitar o espaço do outro. 

Além das vacinas e vermifugação, o acompanhamento veterinário é essencial para garantir que o filhote cresça saudável. O médico veterinário também pode orientar sobre comportamento e rotina, ajudando a prevenir problemas futuros. 

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